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Detonado – THE CAVE

Quando a Live Arcade surgiu, os jogos costumavam ser quase que exclusivamente títulos de gerações passadas, que basicamente serviam pra matar o saudosismo de alguns clássicos. Não havia nada de novo. Nem mesmo gráficos refeitos ou trilha sonora remasterizada. Com o tempo, produtoras independentes enxergaram nesse canal de fácil distribuição uma boa oportunidade pra lançar títulos novos, que usavam uma mecânica mais clássica, mas tinham uma identidade visual atualizada. Aos poucos os Arcades começaram a se mostrar um reduto onde prevalecia a criatividade, não tanto a elaboração técnica. Com mais liberdade criativa e menos pressão comercial, logo verdadeiras obras primas começaram a surgir. Braid, Shadow Complex, Limbo, Fez, The Walking Dead e agora The Cave podem ser considerados marcos desse movimento. Este último, filho do mesmo criador de classicassos como Maniac Mansion e Monkey Island, faz jus à sua herança e tem tudo pra agradar o fãs mais fanáticos dos antigos adventures, tão comuns no início da era PC.

The Cave privilegia o raciocínio lógico e exige muito menos habilidade nos controles. Se você é do tipo que gosta de atirar antes de pensar, melhor passar longe. Agora, se você gosta de um bom quebra-cabeça temperado com muito humor e ironia, não deixe de conferir!

Detonado The Cave

  • Dificuldade: 3/10
  • Conquistas offline: 27
  • Conquistas online: 0
  • Tempo aproximado: 10 horas
  • Playthroughs necessários: 5
  • Conquistas de chance única: quase todas 😯
  • Prêmios de Avatar: 0

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Detonado: Alan Wake’s American Nightmare

Ele voltou!

O inimigo número 1 da escuridão agora tem um arsenal mais parrudo, mas se você acha que isso proporciona algum tipo de superioriedade ao Guardião da Luz, pense de novo. A variedade de Takens também é maior e vai ser preciso explorar ao máximo suas novas armas para sobreviver às garras da Dama da Noite. Agora no “formato” Live Arcade, o novo Alan Wake está mais curto e com uma estória menos densa. Em compensação, se antes a ação ficava em segundo plano, agora o ritmo é quase frenético!

O pessoal da Remedy desde o começo disse que queria atrair um público mais hardcore pro título, em especial os fãs de shooters. A crítica não demorou a condenar tais declarações, que, convenhamos, não passavam mesmo uma boa impressão do que se pretendia fazer com a franquia que tem como protagonista um escritor sofrendo de bloqueio criativo. Que bom que toda essa apreensão se mostrou descabida! Se no primeiro título eram frequentes momentos em que a melhor estratégia era simplesmente fugir, agora tudo o leva a encarar os inimigos de peito aberto. Aliás, na maioria das situações bancar o covarde não é uma opção! E se você acha que o quesito narrativa ficou abandonado, não se preocupe. Pra quem gosta de uma boa estória e vai a fundo nas nuances da trama, em American Nightmare é possível escolher quão detalhada será sua experiência nesse sentido. As páginas de manuscrito, transmissões de rádio e episódios televisivos estão de volta. Estes últimos na verdade foram transformados em vídeos caseiros do alter ego de Alan, o Sr. Scratch, que é o principal responsável pelos acontecimentos do novo título. Como existe conquista relacionada apenas às páginas, fica a seu critério procurar ou não por mais detalhes da trama e dos personagens do primeiro jogo nos outros “colecionáveis”. Até mesmo o diálogo com outros personagens se desenvolve de acordo com a vontade do jogador. Se está afim apenas de mais ação, simplesmente ignore o bate-papo. Tudo que for essencial para o avanço na estória rola nas primeiras falas, o resto pode ser dispensado simplesmente não apertando o comando pra seguir com a conversa…

Outra coisa que mudou é a maneira como a ação se desenvolve. O primeiro jogo era bem linear, mas agora existem três “mapas” diferentes, elaborados no estilo sandbox. Não dá pra chamar de mundo aberto por conta das dimensões reduzidas, mas de qualquer forma a liberdade de locomoção é mais ampla, o que privilegia os momentos de combate. Essa escolha certamente está relacionada ao fato do título ser um jogo Arcade. Com menos “espaço em disco”, cenários amplos se tornam um problema, mas a solução encontrada é bem interessante. Você vai passar pelas três diferentes áreas três vezes, no melhor esquema “Dia da Marmota” (quem assistiu Feitiço do Tempo vai entender perfeitamente). A cada nova visita sua relação com os personagens é modificada e a trama segue um novo rumo. Talvez soe como uma bela gambiarra para alguns, mas conforme você avançar na estória vai perceber que a coisa toda faz sentido.

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Detonado – CASTLEVANIA: Lords of Shadow (Parte 4/4)

A hora da verdade está chegando, mas se você pensa que está próximo o momento de enfrentar o Conde Drácula, pense de novo. Os aficcionados pela série Castlevania podem achar que esse novo título não tem muita coisa em comum com seus antecessores, mas esse povo certamente vai ficar surpreso com o final do jogo. Ah, um conselho, antes de mais nada: quando você terminar a batalha final, assista à conclusão da estória e não desligue o videogame antes de terminarem os créditos (você até pode pulá-los). Pode confiar, a surpresa vale a pena…

Vamos então à última parte do Detonado. Neste post, jóias e Trials dos Capítulos IX, X, XI e XII.

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Detonado – CASTLEVANIA: Lords of Shadow (Parte 3/4)

Tá começando a questionar o heroísmo de Gabriel? Não, ele não sofre de dupla personalidade, mas você só vai descobrir o que realmente está acontecendo no final. Mãos à obra que mal passamos da metade da jornada.

Vamos então à lista de colecionáveis e Trials dos Capítulos VI, VII e VIII.

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Detonado – CASTLEVANIA: Lords of Shadow (Parte 2/4)

Será que Gabriel vai conseguir trazer de novo à vida sua amada Marie?
O Fauno Pan vai fazer só umas pontinhas ou vai ter um papel tão importante quanto no seu Labirinto?
E o tal de Zobek, vai conseguir ser mais chato narrando as introduções das fases do que o Pedro Bial fazendo crônicas no Big Brother Brasil?

Seja qual for sua pergunta existencial, prepare-se para mais pancadaria e inimigos mais poderosos.

Vamos então ao que interessa.
Neste post a lista completa para os colecionáveis e Trials dos Capítulos III, IV e V.

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Detonado: CASTLEVANIA – Lords of Shadow (Parte 1/4)

É hora de pedir para aquele padre amigo da família benzer a caixa d’água (alguém aí assistiu Constantine?), preparar um estoque de crucifixos e pendurar o colar de alho no pescoço. Ah, um cento de balas de prata também vai ajudar! Castlevania voltou maior, melhor e… não tão difícil quanto antes. Mas não se engane, a batalha não é nem um pouco fácil.

Quer fazer os 1000? Então vamos te ajudar.

Antes de mais nada, saiba que é bem provável que você ache o jogo muito difícil nos primeiros episódios. Isso, claro, se você não escolheu a dificuldade Squire (Escudeiro em português). Mas com o passar do tempo, você vai se familiarizar com os controles e aprender a usar o sistema de Focus. Aí vai ficando menos frequente sua vontade de jogar o controle na parede. Se você for do tipo hardcore, comece jogando em Knight mesmo. É o mais difícil que dá pra escolher de cara e você já vai se preparando para o segundo Playthrough, obrigatoriamente em Paladin, se quiser mesmo todas as conquistas. A dificuldade máxima só destrava depois de acabar o jogo uma vez, mas por outro lado você pode jogar a segunda vez com todas as melhorias que conseguiu para Gabriel na primeira partida.

Fora as conquistas de dificuldade, existem as relacionadas a colecionáveis e de acumulação. Só!

Como assim?

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Como consigo os 4 itens lendários no Darksiders?

Bruno – Rio Grande/RS

Brunão, vou ter que responder sua pergunta com um guia!

Antes de mais nada, você também pergunta na sua mensagem se os itens são obtidos desbloqueando as 4 conquistas de chance única do jogo. Bom, você até consegue um item para combinar com suas armas ao completar a conquista Who’s Counting? (Mate mais anjos que o Ulthane), mas esse item não é um dos chamados lendários.

Existem 8 itens que ao serem combinados com alguma arma geram melhoria no personagem e/ou na arma, mas estes são, por assim dizer, itens banais. Os verdadeiros itens lendários promovem melhorias drásticas. Os 4 são nomeados de acordo com os cavaleiros do apocalipse, sendo que o War, seu personagem no jogo, é um deles.

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Detonado: ALAN WAKE (Pacote de Expansão 2)

EPISÓDIO ESPECIAL 2: The Writer

Pois é, minha gente, promessa é dívida!
No último dia 12 a Microsoft lançou o segundo episódio extra para Alan Wake. Em The Writer sua missão é recobrar a consciência para finalmente sair da Dimensão Escura. Não espere, porém, um final definitivo para as aventuras do escritor capturado na própra fantasia. Lembra que eu disse que o lançamento deste episódio viria junto com o anúncio do segundo jogo? Bom, quando você terminar esse extra vai ver como a afirmação deve ser levada ao pé da letra!

Depois de algumas horinhas na frente da TV caçando colecionáveis e uma sala escondida, cá estou para terminar nosso detonado. São 10 novos colecionáveis e 9 conquistas.
Vamos então à lista de conquistas e colecionáveis para The Writer.

Obs.: Conquistas relacionadas à estória não serão listadas uma vez que é impossível perdê-las.

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Detonado: ALAN WAKE (Pacote de Expansão 1)

EPISÓDIO ESPECIAL 1: The Signal

Antes de mais nada, não jogue o pacote de expansão antes de terminar o jogo principal. Como a estória é um dos pontos fortes de Alan Wake, antecipar esse episódio extra vai estragar sua experiência nesse sentido. Já se você terminou todos os episódios do disco, agora vai entender um pouco melhor o final em aberto após seu confronto com a Senhora Escuridão.

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